quinta-feira, 13 de junho de 2013

As Tr.: PP.: à Entrada da P.:T.:

Pelo Ir.: Peterson Sherman Mendes Mello, A.:M.: 

A p.: tem sido desde as mais antigas épocas, o símbolo natural de toda pass.: ou entr.:, e  em particular, de toda in.:. Além disso, a p.: já e por si mesma um templo e o ternário de suas duas Ccol.: com a arquitrave, constitui o elemento  de toda construção arquitetônica. Assim, pois, o momento de franquear a p.: do t.: depois de dupla preparação moral e física de que acabamos de falar, é um dos mais importantes da cerimônia de in.:.

O candidato e introduzido, depois de tr.: pp.:, g.: desordenados que revelam uma m.:, todavia, inexperta ou profana. Por esta razão, seus  gg.: produzem alarme no interior do t.:, alarme que se repete  por tr.:vv.:, como eco dos mesmos. Isto relaciona-se  com as palavras: “Batei e sereis atendido (a porta do t.:)” , “Pedi e recebereis (a luz)” , “Procurai e encontrareis (a verdade)”.

Ao ser recebido no T.:, com os oo.: vvend.:, somente sente sobre o seu p.:n.:, a p.: de uma arma cortante. Isto serve unicamente para fazê-lo entender que ainda que n.:v.:, pode sentir, e o sentimento da Verdade será o Guia que o conduzira em seu progresso e em seus esforços para a luz.

O Guia  interior, que conduz individualmente a todo o ser que se torna receptivo a sua influência na Caminho da Verdade e da Vida, acha-se materializado exteriormente pelo Exp.: ou seja quem for, que por tê-lo já percorrido, conhece bem o Caminho e pode assim servir de guia ao inexperiente, sem o qual seria impossível ao candidato preencher devidamente as condições que lhe são pedidas para sua admissão.

É o guia que responde por ele a pergunta: “quem é o profano que se atreve a perturbar nossos pacíficos trabalhos e tenta forçar a P.: do T.:? , dizendo que “É um profano desejoso de conhecer a Luz Verdadeira da Maçonaria o que solicita humildemente por ter nascido livre e de bons costumes”.

Do significado iniciático desta dupla condição, já tratamos por ocasião do despojo dos metais. Este requisito é de fundamental importância uma vez que, em virtude  do mesmo abre-se-lhe a primeira p.: do T.:, assim como as tr.: pp.: ssimbólicas, representadas pelas tr.: LLuz.: , depois de cada uma das vviag.:.

A p.: da esp.:, apoiada sobre o cor.: é o símbolo da verdade, através da sua intuição que ocorre ou se manifesta diretamente no íntimo de nosso ser, ao adentramos ao T.:, isto é,  num particular estado de devoção receptiva, tendo-nos isolado das influências exteriores e fechado nossos oo.: à vista profana e à consideração ordinária, puramente objetiva das coisas.

Ainda que não vejamos, sentimentos; ainda que saibamos explicar a nós mesmo o porquê e a razão dos acontecimentos, percebemos intuitivamente alguma coisa que reconhecermos diretamente como Verdade e que se manifesta em nossa consciência pela forma repentina e violenta da qual a esp.: apoiada sobre nosso p.: constitui símbolo muito expressivo.

BIBLIOGRAFIA:
Manual do Aprendiz Maçom
Introdução ao Estudo da Ordem e da Doutrina Maçônica.