Pelo Ir.: Peterson Sherman Mendes Mello, A.:M.:
A p.: tem
sido desde as mais antigas épocas, o símbolo natural de toda pass.: ou
entr.:, e em particular, de toda
in.:. Além disso, a p.: já e por si mesma um templo e o ternário de suas
duas Ccol.: com a arquitrave, constitui o elemento de toda construção arquitetônica. Assim,
pois, o momento de franquear a p.: do t.: depois de dupla preparação moral
e física de que acabamos de falar, é um dos mais importantes da cerimônia de
in.:.
O candidato
e introduzido, depois de tr.: pp.:, g.: desordenados que revelam uma
m.:, todavia, inexperta ou profana. Por esta razão, seus gg.: produzem alarme no interior do t.:,
alarme que se repete por tr.:vv.:,
como eco dos mesmos. Isto relaciona-se
com as palavras: “Batei e sereis atendido (a porta do t.:)” , “Pedi
e recebereis (a luz)” , “Procurai e encontrareis (a verdade)”.
Ao ser
recebido no T.:, com os oo.: vvend.:, somente sente sobre o seu p.:n.:,
a p.: de uma arma cortante. Isto serve unicamente para fazê-lo entender que
ainda que n.:v.:, pode sentir, e o sentimento da Verdade será o Guia que o
conduzira em seu progresso e em seus esforços para a luz.
O Guia interior, que conduz individualmente a todo o
ser que se torna receptivo a sua influência na Caminho da Verdade e da Vida,
acha-se materializado exteriormente pelo Exp.: ou seja quem for, que por tê-lo
já percorrido, conhece bem o Caminho e pode assim servir de guia ao
inexperiente, sem o qual seria impossível ao candidato preencher devidamente as
condições que lhe são pedidas para sua admissão.
É o guia que
responde por ele a pergunta: “quem é o profano que se atreve a perturbar nossos
pacíficos trabalhos e tenta forçar a P.: do T.:? , dizendo que “É um profano
desejoso de conhecer a Luz Verdadeira da Maçonaria o que solicita humildemente
por ter nascido livre e de bons costumes”.
Do
significado iniciático desta dupla condição, já tratamos por ocasião do despojo
dos metais. Este requisito é de fundamental importância uma vez que, em
virtude do mesmo abre-se-lhe a primeira
p.: do T.:, assim como as tr.: pp.: ssimbólicas, representadas pelas tr.: LLuz.: , depois de cada uma das vviag.:.
A p.: da
esp.:, apoiada sobre o cor.: é o símbolo da verdade, através da sua
intuição que ocorre ou se manifesta diretamente no íntimo de nosso ser, ao
adentramos ao T.:, isto é, num
particular estado de devoção receptiva, tendo-nos isolado das influências
exteriores e fechado nossos oo.: à vista profana e à consideração ordinária,
puramente objetiva das coisas.
Ainda que
não vejamos, sentimentos; ainda que saibamos explicar a nós mesmo o porquê e a
razão dos acontecimentos, percebemos intuitivamente alguma coisa que
reconhecermos diretamente como Verdade e que se manifesta em nossa consciência
pela forma repentina e violenta da qual a esp.: apoiada sobre nosso p.: constitui símbolo muito expressivo.
BIBLIOGRAFIA:
Manual do Aprendiz Maçom
Introdução
ao Estudo da Ordem e da Doutrina Maçônica.
